
Projeto de Lei 274/ 2020
As comunidades indígenas, quilombolas e outras enfrentam desafios significativos em relação à proteção de suas terras, direitos e cultura em face do desenvolvimento urbano e de projetos industriais. Uma agenda sustentabilista deve abordar essas questões, reconhecendo a importância da preservação das terras e dos conhecimentos tradicionais dos povos originários.
Além de ser fundamental compreender as especificidades de cada município, pois isso condicionará quais ações são as melhores para proteger essas comunidades.
Para construir uma cidade verdadeiramente sustentável e justa, é essencial respeitar os direitos dos povos indígenas e envolvê-los ativamente nas decisões que afetam suas terras e seu modo de vida.
Isso inclui garantir a proteção de territórios indígenas, promover a conservação ambiental em parceria com essas comunidades e apoiar iniciativas que valorizem e preservem as culturas e tradições indígenas. Ao fazê-lo, as cidades não apenas se alinham com princípios de justiça e equidade, mas também enriquecem sua diversidade cultural e fortalecem sua abordagem sustentável, promovendo um ambiente onde todas as vozes são ouvidas e respeitadas.
Defender propostas para a proteção dos povos e comunidades tradicionais não apenas reflete um compromisso com essas comunidades, mas também posicionam pessoas que serão candidatas como defensoras da inclusão e respeito às tradições, atraindo eleitores que valorizam a diversidade cultural e os direitos das comunidades tradicionais. Essa postura contribui para construir uma imagem de liderança comprometida com a justiça social, a valorização da diversidade e a preservação das identidades culturais brasileiras.
A Prefeitura de Belém criou o Grupo de Trabalho (GT) para atuar com os imigrantes indígenas Warao, com o objetivo de desenvolver, na prática, políticas públicas específicas para essa comunidade que vive na capital paraense.
Fazem parte do GT a Fundação Papa João XXIII (Funpapa) e secretarias municipais de Saúde (Sesma), de Saneamento (Sesan), de Educação (Semec) e Coordenadoria de Turismo de Belém (Belemtur).
No município de Campo Grande, Mato Grosso do Suł, a Câmara Municipal propôs a obrigatoridade de interpréte e tradutor indígena nos atendimentos prestados por órgãos públicos no município. Você encontra outras iniciativas como esta no nosso repositório de projetos de lei sustentabilistas.
A Prefeitura de Maricá, no Rio de Janeiro, desenvolveu o curso “Povos Indígenas no Rio de Janeiro: educação para as relações étnico-raciais, por uma educação antirracista”, em parceria com a Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj – Caxias) e o Programa de Educação sobre Negros e Indígenas na Sociedade Brasileira da UFF.
É importante estar ciente de que as propostas apresentadas sobre a Proteção dos Povos e Comunidades Tradicionais são sugestões gerais e podem não ser aplicáveis a todos os municípios de forma idêntica. As necessidades, contextos e realidades de cada comunidade podem variar significativamente. Portanto, recomendamos uma análise cuidadosa e adaptativa das propostas, levando em consideração as especificidades locais, bem como a consulta e participação das próprias comunidades tradicionais na definição de políticas e estratégias adequadas.
Projeto de Lei 274/ 2020
Projeto de Lei 181/ 2016
Lei 11638/ 2021
Projeto de Lei 8631/ 2017
Projeto de Lei 460/ 2023
Projeto de Lei 3148/ 2023
Projeto de Lei 4961/ 2019
O conteúdo apresentado neste site é um mecanismo vivo e dinâmico, constantemente aprimorado para refletir as melhores práticas e novas ideias em políticas públicas sustentabilistas.
Encorajamos a participação ativa de toda a população, especialistas e organizações. Se você tiver críticas, sugestões ou novas propostas, por favor, envie um e-mail para administrativo@redebrasilsustentavel.org.br .